quinta-feira, julho 27, 2006

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Não entendo.
Isso é tão vasto que ultrapassa qualquer entender.
Entender é sempre limitado. Mas não entender pode não ter fronteiras.
Sinto que sou muito mais completa quando não entendo. Não entender, do modo como falo, é um dom. Não entender, mas não como um simples de espírito.
O bom é ser inteligente e não entender. É uma benção estranha, como ter loucura sem ser doida. É um desinteresse manso, é uma doçura de burrice. Só que de vez em quando vem a inquietação: quero entender um pouco.
Não demais: mas pelo menos entender que não entendo.

Niver do Paulinho - 18/04/2006


Amor e eu
Paulinho, Pulo e Mi
Mi, Line e Ana
Mi e Line

Mi, Line, Ana, Érica, eu, Dé e Mi
Meninas
Meninas
Galera



quarta-feira, julho 26, 2006







segunda-feira, julho 24, 2006

Eu te amo

Eu te amo
Antes e depois de todos os acontecimentos
Na profunda imensidade do vazio
E a cada lágrima dos meus pensamentos.
Eu te amoEm todos os ventos que cantam,
Em todas as sombras que choram,
Na extensão infinita do tempo
Até a região onde os silêncios moram.
Eu te amo
Em todas as transformações da vida,
Em todos os caminhos do medo,
Na angústia da vontade perdida
E na dor que se veste em segredo.
Eu te amo
Em tudo que estás presente,
No olhar dos astros que te alcançam
Em tudo que ainda estás ausente.
Eu te amo
Desde a criação das águas,desde a idéia do fogo
E antes do primeiro riso e da primeira mágoa.
Eu te amo perdidamente
Desde a grande nebulosa
Até depois que o universo cair sobre mim
Suavemente.

sexta-feira, julho 21, 2006

Giulia e Cindy








terça-feira, julho 18, 2006

Com o tempo, você vai percebendo que para ser feliz com uma outra pessoa, você precisa, em primeiro lugar, não precisar dela.

Percebe também que aquele cara que você gosta (ou acha que gosta), e que não quer nada com você, definitivamente não é o homem da sua vida.

Você aprende a gostar de você, a cuidar de você e, principalmente, a gostar de quem também gosta de você.

O segredo é não correr atrás das borboletas e sim cuidar do jardim para que elas venham até você.

No final das contas, você vai achar não quem você estava procurando, mas quem estava procurando por você!!!!


Mario Quintana

quinta-feira, julho 13, 2006

Dizes-me

Dizes-me

Dizes-me: tu és mais alguma cousa
Que uma pedra ou uma planta. Dizes-me: sentes, pensas e sabes
Que pensas e sentes. Então as pedras escrevem versos?
Então as plantas têm idéias sobre o mundo? Sim: há diferença.
Mas não é a diferença que encontras;
Porque o ter consciência não me obriga a ter teorias sobre as cousas:
Só me obriga a ser consciente.
Se sou mais que uma pedra ou uma planta? Não sei.
Sou diferente. Não sei o que é mais ou menos.
Ter consciência é mais que ter cor? Pode ser e pode não ser.
Sei que é diferente apenas. Ninguém pode provar que é mais que só diferente.
Sei que a pedra é a real, e que a planta existe. Sei isto porque elas existem.
Sei isto porque os meus sentidos mo mostram. Sei que sou real também. Sei isto porque os meus sentidos mo mostram,
Embora com menos clareza que me mostram a pedra e a planta.
Não sei mais nada.
Sim, escrevo versos, e a pedra não escreve versos.
Sim, faço idéias sobre o mundo, e a planta nenhumas.
Mas é que as pedras não são poetas, são pedras;
E as plantas são plantas só, e não pensadores.
Tanto posso dizer que sou superior a elas por isto,
Como que sou inferior. Mas não digo isso: digo da pedra, "é uma pedra",
Digo da planta, "é uma planta",
Digo de mim, "sou eu".
E não digo mais nada.
Que mais há a dizer?
Endereço do blog antigo, para a galera que quiser rever fotos das antigas................http://www.fabival.blog.uol.com.br

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"Chorar por tudo que se perdeu, por tudo que apenas ameaçou e não chegou a ser, pelo que perdi de mim, pelo ontem morto, pelo hoje sujo, pelo amanhã que não existe, pelo muito que amei e não me amaram, pelo que tentei ser correto e não foram comigo. Meu coração sangra com uma dor que não consigo comunicar a ninguém, recuso todos os toques e ignoro todas as tentativas de aproximação. Tenho vergonha de gritar que esta dor é só minha, de pedir que me deixem em paz e só com ela, como um cão com seu osso. A única magia que existe é estarmos vivos e não entendermos nada disso. A única magia que existe é a nossa incompreensão."


Caio F. Abreu

Bar Quitandinha - 8/07/2006


Pré barzinho na casa do Pulo - Line, Ana, eu, Dé, Pulo e Mi no esquenta de tequilas.....

Line , Ana , Pulo e Mi no Quitandinha
Paulinho

Augusto, Line, Dé, Ana e eu
Paulinho, Ana, Gú e Pulo
Pós tequila....bizarrraaa
Tequilaaaa.......arriba, abajo........
Dé, eu, Paulinho e Line

CPM 22 - Apostas e Certezas

Quantas vezes eu fugi,
Distraindo os meus sentidos
Tantas vezes nada quis,
Destratando os meus amigos
Outras tantas discuti,
Só pra não te enxergar,
Estava aqui
Entre promessas e dispensas
Apostas e certezas
Cada vez mais
Quero fugir das derrotas
Sorriso na cara, estou de volta
Algumas vezes eu menti,
Desprezando os teus sorrisos
Todas as vezes eu te quis,
Provocando, discutindo
Traz todo amor pra mim
sem fugir ou me estranhar
Tá tudo aqui
Entre promessas e dispensas
Apostas e certezas
Cada vez mais
Quero fugir das derrotas
Sorriso na cara, estou de volta
Estou de volta

sexta-feira, julho 07, 2006

Corrida 10km dos Bombeiros - 2/07/2006




Debaixo de muita chuva e frio, foi assim a corrida de 10km dos Bombeiros, e apesar dos imprevistos, teve uma recompensa, meu melhor tempo em 10km e isso em uma prova bemm difícil.........

Jogo Brasil 0X1 França

Foi uma decepção, um jogo ruim, falta de motivação por parte dos jogadores, abatimento em campo, resultando em uma eliminação da seleção brasileira nas quartas de final, e novamente, derrotados pela França............e assim a vida continua, um sabado triste, mas com uma grande recordação, não existem favoritos e.........Zidane.........

CARTILHA PARA 2010 - por Fabio Chiorino

Anote aí.
Para 2010, queremos nos classificar no sufoco. Vamos ignorar que as Eliminatórias Sul-Americanas são uma baba. Que classifiquemos para a Copa do Mundo da África do Sul só na última partida, jogando em casa, depois de uma vitória suada de 2 x 1 contra a Bolívia ou Venezuela. O melhor que pode acontecer é sairmos daqui do Brasil desacreditados. Todo mundo, povo e imprensa, criticando os selecionados. Deixemos aqui o veterano goleador ou o meia experiente. Que o técnico ainda ignore três, quatro jogadores que são unanimidades em seus clubes europeus. Que o time titular seja superior aos reservas, sem subestimá-los. Quem ficar no banco deve se esforçar sempre, mas não deve pleitear vaga na equipe principal. Que esperem por sua chance, que a mereçam, caso alguém se machuque ou não corresponda dentro de campo. Mas que aguardem sentados, obedecendo a hierarquia e aos comandos do professor, como eles mesmos gostam de chamar o treinador. E, por falar em treinador, que ele seja um ser energético e disciplinador. Não precisa ter lançado livros de como montar uma equipe vencedora, ou como construir uma família feliz em 10 etapas. Deve ser vibrante, que tire o máximo de cada jogador. Entre o erudito e o motivador, ficamos com o segundo. Que seus pupilos olhem para a beirada do gramado num momento difícil da partida e encontrem nele o motivo para se empenharem à enésima potência. Não queremos show de bola. Todos sabem que Copa do Mundo é uma competição acirrada, equilibrada. Não é à toa que lá estão reunidas as principais nações, com seus melhores jogadores. Se a estrela consegue parar a bola embaixo da nuca ou do umbigo, muito que bem. Mas que reserve este jogada para os comerciais de seus patrocinadores vitalícios. Não precisamos de focas e macacos malabaristas. Queremos atletas na mais plena condição física. Sim, atletas. Isso significa dizer que será rejeitado qualquer jogador com IMC (Índice de Massa Corpórea) acima de 25. Não importa seu histórico dentro da seleção. Devemos ser profissionais e respeitar, sobretudo, o que a balança ergométrica nos revela. Jogadores que sofreram contusões recentemente ou acima de 32 anos devem ser analisados com atenção. Se não são titulares em seus clubes, é bem provável que não mereçam o colete na seleção brasileira. Não levaremos amuletos humanos para a Copa. Senhores com mais de 70 anos, sem mais nenhuma função técnica devem ficar em casa. Se aprovarem, que se faça uma homenagem, coloque seu rosto num canto da bandeira. Não importa. Mas, definitivamente, não precisamos de ventríloquos no banco de reservas. Ao lado do treinador, que estejam profissionais competentes, que, talvez, nem precisem de laptops de última geração para passar informações importantes ao líder. Líder. Também deve haver um dentro de campo. Alguém que faça o papel de pai chato, que pegue no pé, que dê bronca nos novatos irresponsáveis e lembre aos mais velhos que conquistas passadas não garantem vitórias futuras. E que determinem, desde já, a volta do quarto compartilhado. Não precisam rezar juntos nem dormir na mesma cama. Mas é lado a lado, dividindo inseguranças e incentivos, que se forma uma equipe unida. A receita é essa. É possível que ela sucumba por diversos fatores. Do outro lado do campo sempre haverá uma outra seleção menos ou mais competitiva. Tem seleção que deseja só fazer um gol na Copa, tem a que almeja conquistar a primeira vitória. Não importa o motivo. Todas lá estão por algum objetivo. E cada um deve, dentro de campo, lutar pelo seu. O importante é que cada partida pareça a última da vida de nossa seleção. Se perdermos, que venha o choro. Nunca aceitaremos a derrota. Mas existem formas diferentes de reagir. Não existe essa de morrer em pé. Que os jogadores se esparramem no chão, lamentando a derrota. Se o lamento e a vontade forem verdadeiros, choraremos juntos. E, se vencermos, que levantemos a taça tão almejada, que o capitão a dedique para o seu bairro ou mulher preferida. Aqui, no Brasil, a sensação é de que o troféu será dedicado a nós. Nós, brasileiros, que respiramos futebol. Ser torcedor é como exercer uma segunda profissão. A vitória sempre será mais importante do que a competição. Nem o fair play é capaz de mudar esta mentalidade. Mas sabemos que o triunfo não é irreversível. Assim, tão importante quanto a conquista, está o desejo de um povo que espera quatro anos para ser representado com honra dento de campo. Definitivamente, não desejamos ir ao aeroporto insultar nossos jogadores. Só queremos luta do começo ao fim. Se perdermos, a lágrima é coletiva; se vencermos, a festa é nacional.

Jogo Brasil 0X1 França - Casa da Ana - 1/07/2006


Galera - Pulo, Ana, Dé, eu, Line, Augusto, Érica e Gú
A mesma galera, mais minha mãe

Na alegria e na tristeza.......sempre tequila hahaha



Tequila das boas e a galera - Gú, Érica, Augusto, eu, Ana e Line



Decepção pós jogo....